sábado, 21 de julho de 2012

Maurren Maggi mostra lado cantora e baterista ao se encontrar com NX Zero.


Medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008, a atleta brasileira cantou e tocou bateria em encontro realizado pelo Esporte Espetacular.


Inquieta. Este é o adjetivo que Maurren Maggi usa para se definir. Como saltadora, ela se tornou o maior nome do atletismo feminino no Brasil ao ganhar medalha de ouro na prova de salto em distância nos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008. Na sequência, foi eleita a atleta da década pela revista Sport Life, mas há outra face de Maurren revelada no Esporte Espetacular: a de roqueira. A saltadora brasileira foi visitar a banda NX Zero, que está preparando seu mais novo disco. Com os integrantes da banda, Maurren Maggi mostrou que além de saltar também toca bateria e canta, provando que o silêncio não faz parte da sua rotina.


- Que “vibe”! Rock’n'roll na veia! Demais, meu – exaltou Maurren.

Com 35 anos de idade, Maurren Maggi se cuida para garantir a longevidade não apenas como atleta, mas para a vida particular. Um aliado nessa luta é o seu treinador, Nélio, que a acompanha em seus treinamentos há 18 anos. - Falar que ela tem 35 anos é um elogio. Uma das melhores do mundo até agora. E com alguns anos pela frente que eu não tenho dúvida. É para poucos no mundo, na história. Ela sabe até onde ela pode ir. Ela se alimenta bem, não bebe – revelou Nélio. Em Pequim, no ano de 2008, Maurren viveu seu momento mais marcante da carreira. Neste ano, ela possui a terceira melhor marca do mundo: 6 metros e 85 centímetros. Eu sou apaixonada pelo atletismo, pelo esporte. Eu tenho mais alguns bons anos de carreira – garantiu Maurren Maggi. Na rotina diária de treinos, ela procura não atingir a exaustão. Seu treinamento é algo bem específico. Seu lema é ‘menos volume e alta intensidade’. Ele repete os exercícios poucas vezes, procurando fazê-los com qualidade. - A concentração é tudo. Se eu não tiver no que eu faço com certeza, com barulho ou sem barulho, em qualquer ambiente, eu não seria uma grande atleta – explicou a medalhista de ouro do Brasil.


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